26 de ago de 2015

Endometriose

Seguindo com algumas orientações, comentaremos hoje sobre Endometriomas de Ovário, que são cistos que acometem em torno de 44% das mulheres com endometriose.

Como o tratamento clínico isolado não tem resposta e o tratamento por meio de aspiração do cisto guiada por ultrassonografia não é indicado, devido devido aos altos índices de recorrência, além do risco de infecção, o tratamento cirúrgico vídeolaparoscópico dos endometriomas é a alternativa terapêutica mais eficaz.

As principais indicações são: dor pélvica, dispareunia e infertilidade ou a possibilidade de interferir com o tratamento de infertilidade. Estudos recentes demonstram que mulheres submetidas ao tratamento cirúrgico conservador como cistectomias ou ooforoplastia (retirada da cápsula do cisto preservando ovário) ou apenas a drenagem do cisto com destruição da cápsula NÃO apresentam prejuízos dos resultados reprodutivos, o primeiro com melhores resultados.

Hoje somos sabedores, que a preservação dos ovários em período reprodutivo, em endometriomas, tem papel fundamental não só na terapêutica mas também na perspectiva e padrão de vida da mulher. É claro que os casos devem ser individualizados e a escolha do tratamento cirúrgico tem que considerar idade do paciente, quadro clínico, tempo de infertilidade e a possibilidade de realização de fertilização ou não.

Dr. Leandro Netto
Ginecologista e Cirurgião de Vídeolaparoscopia

12 de ago de 2015

Endometriose - algumas orientações.

A endometriose caracteriza-se por uma doença crônica, inflamatória e hormônio dependente que afeta as mulheres no período reprodutivo.

As queixas da mulher com endometriose são variáveis e podem estar relacionados à localização da doença. As mais frequentes são dismenorreia (dor durante o fluxo menstrual, cólica), dispareunia de profundidade (dor na relação no interior da pelve), dor pélvica crônica (dor que perdura por mais de seis meses) e alterações intestinais e urinárias durante o período menstrual, como dor e sangramento. 

Muitas mulheres consultam vários ginecologistas por anos até se estabelecer o diagnóstico definitivo da doença.

O diagnóstico de endometriose deve ser considerado em todas as mulheres em idade reprodutiva com as queixas descritas acima, associados a uma dificuldade para engravidar, além de um detalhado exame com seu ginecologista na busca de alterações pélvicas. A associação de sintomas com alterações do exame físico são bastante indicativas de doença. Sintomas em órgãos distantes da pelve feminina que ocorrem no período menstrual são suspeitos de endometriose não ginecológica como o sangramento nasal, entre outras. O diagnóstico definitivo de endometriose é CIRÚRGICO, recomendado a Vídeo-Laparoscopia.

As mulheres com endometriose tem uma baixa qualidade de vida quanto aos fatores disposição física/mental e dor corporal, tendo piores resultados quanto maior o tempo para o seu diagnóstico.

Dr. Leandro Netto

Ginecologista e Cirurgião de Vídeolaparoscopia

24 de jul de 2015

ENTENDA OS EXAMES QUE SEU MÉDICO PEDIU

Teste de sangue e de urina levam a diversos diagnósticos, que variam conforme a faixa etária e o sexo do paciente

Ureia e creatinina

Esses exames avaliam a função dos rins – com seus valores, o médico consegue calcular o volume de sangue filtrado pelos rins por minuto. Valores de ureia e creatinina acima do considerado normal indicam que os rins estão filtrando menos sangue; já valores de taxa de filtração inferiores a 60 ml/minuto apontam para insuficiência renal.
Esse é um dos exames que mais requer interpretação do médico, pois o mesmo valor de creatinina pode ser normal para uma pessoa ou significar insuficiência renal para outra.

Glicose

É através da dosagem de glicose que se obtém o diagnóstico e o controle do tratamento do diabetes mellitus – porém, para resultados corretos, é preciso fazer jejum de no mínimo 8 horas antes do exame. Valores de referência: menor que 100 mg/dl são normais; entre 100 e 125 mg/dl são considerados pré-diabetes; acima de 126 mg/dl são compatíveis com diabetes.

TGO e TGP

As siglas designam enzimas responsáveis por metabolizar algumas proteínas. Elas estão presentes no interior de células do nosso organismo e apresentam-se em grande quantidade nas células do fígado. Vale lembrar que o fígado é como uma “estação de tratamento” do corpo, pois é o órgão que metaboliza todas as substâncias presentes no sangue. Quando uma célula que contém TGO ou TGP é lesionada, essas enzimas vão para o sangue. Por isso, doenças do fígado podem ser diagnosticadas através da dosagem de TGO e TGP no sangue. Entre as enfermidades que mais causam elevação dos valores de TGO e TGP estão a cirrose, hepatites virais e hepatite medicamentosa.

TSH

O TSH é o hormônio estimulante da tireoide, produzido na hipófise. É o TSH que regula a produção do T3 e T4, dois hormônios sintetizados pela tireoide. Em resumo, quando a tireoide produz T3 e T4 em excesso (hipertireoidismo), nosso metabolismo acelera; quando produz pouco (hipotireoidismo), o metabolismo fica lento. O funcionamento adequado da tireoide está diretamente ligado à produção de TSH pela hipófise.

Vitamina D

Através deste exame é possível diagnosticar osteoporose (diminuição progressiva da densidade óssea), uma vez que a vitamina D age na metabolização do cálcio presente no sangue. A vitamina D é armazenada pelo organismo na forma de calcidiol, e é o calcidiol que é dosado para descobrir se o paciente tem quantidade adequada de vitamina D no organismo.

Hemácias (glóbulos vermelhos)

O teste é usado para diagnosticar anemia, caracterizada justamente pela redução do número de células vermelhas. Para fazer o diagnóstico, os médicos levam em conta, principalmente, os valores do hematócrito (porcentual de sangue ocupado pelas hemácias; o restante é água e outras substâncias diluídas) e da hemoglobina (molécula que fica dentro da hemácia responsável pelo transporte de oxigênio).

 Leucócitos (glóbulos brancos)

Os glóbulos brancos são as células de defesa do organismo. Quando estão altos, geralmente indicam uma resposta do organismo a uma infecção – por exemplo, uma pessoa com pneumonia deve apresentar número de leucócitos acima dos valores de referência. Grandes elevações podem ser sinal de leucemia. Mas se o número de leucócitos está abaixo dos valores normais, significa que a imunidade está baixa e o paciente está mais suscetível a infecções.

 Plaquetas

A coagulação do sangue se deve às plaquetas. Assim, índices alterados tornam o paciente mais propenso a sangramentos (plaquetas muito baixas) ou a formação de trombos (plaquetas muito elevadas). Testar as plaquetas é fundamental antes de cirurgias ou quaisquer procedimentos que provoquem sangramentos.

Fonte: Agencia RBS


20 de jul de 2015

LOMBALGIA

A lombalgia, dor na região lombar mais precisamente entre a última costela e o início da nádega, é uma das queixas mais comuns da população e uma das mais ouvidas em consultórios.

Ela pode ser classificada em dois tipos: aguda e crônica. A lombalgia aguda, que geralmente dura menos de três meses, é uma dor de início súbito, quase sempre causado por lesões nos ligamentos ou músculos da coluna. Resultado, muitas vezes, de movimentos bruscos ou quedas, ou ainda por lesões nos discos intervertebrais.

Já a lombalgia crônica, que dura mais de três meses, tem períodos de melhora e piora e pode ser causadas por doenças infecciosas, metabólicas, tumores, enfraquecimento da musculatura e por problemas de postura.

Até 70% das pessoas com mais de 40 anos apresenta algum problema de coluna, e esse número sobe para 80 a 90% na população acima de 50 anos. O número de pessoas com queixa de lombalgia vem acompanhando o aumento na longevidade da população, a expectativa de vida, que ficava em torno de 60 anos, subiu para 75.

Para descobrir as causas da lombalgia e até saber o grau da dor sentida pelo paciente, o Osteopata precisará não só avaliar o histórico do doente como também verificar a postura e, caso seja necessário, pedir exames, que vão de radiografia da coluna lombar e tomografia computadorizada até ressonância magnética. O diagnóstico da lombalgia é difícil: De 30% a 50% dos casos é impossível obter um diagnóstico definitivo para a lombalgia, por mais avançados que estejam os exames.

Não existe uma forma única de tratamento para todos os tipos de dores na coluna, nos casos de lombalgia aguda, na maioria das vezes recomenda-se repouso, medicação analgésica. Para quem sofre de lombalgia crônica, os tratamentos são mais variados, já que as causas também podem ser diversas: medicamentoso com uso de analgésicos, antiinflamatórios, antidepressivos, injeções de corticóide e morfina para alivio das dores mais intensas. Na grande maioria dos casos de lombalgia crônica é recomendado o tratamento com osteopatia associado à fisioterapia que pode utilizar de varias técnicas como as de reeducação postural, acupuntura, terapia manual, hidrocinesioterapia etc, alem de recursos da eletroterapia.

O prognóstico costuma ser muito bom. Em 90% dos casos a dor desaparece em até 15 dias, nos outros 10%, os sintomas podem ser mais duradouros, mas a maioria estará bem em até 3 meses. Felizmente, são poucos os casos em que há uma evolução ruim, com cronificação dos sintomas, porém, as crises de lombalgia podem se repetir, sendo importante adotar atitudes saudáveis e entrar num programa regular de exercícios para evitar que isso aconteça.

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Especialista em Fisioterapia Osteopática e Formação em Podoposturologia


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DORES NOS PÉS E PALMILHAS

A dor nos pés interfere muito em nosso dia a dia e isso faz com que ocorram mudanças na harmonia da caminhada. 

As palmilhas promovem a reprogramação postural e os ajustes biomecânicos buscando o equilíbrio das estruturas, e ainda auxiliam na distribuição do peso e contato com o solo. Elas são personalizadas e confeccionadas de acordo com a avaliação e as queixas dos pacientes.

As palmilhas são indicadas para perna curta, pé cavo, pé plano, esporão de calcâneo, neuroma de Morton, calcâneo valgo e varo, metatarsalgias, hálux valgo (joanete), dores nos joelhos, tendinites, lombalgia, ciatalgia, cefaléias.


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13 de jul de 2015

Sociedade de Pediatria do RS esclarece dúvidas sobre casos de Meningite

Os casos de meningite bacteriana registrados em diferentes municípios gaúchos colocaram a população em alerta. A Sociedade de Pediatria do RS esclarece algumas dúvidas comuns em relação ao assunto e assegura que não há motivos para pânico.
Segundo o médico do comitê de infectologia da Soc. de Pediatria RS, Juarez Cunha, a duração da proteção da vacina Meningococo C é em média de 5 anos e depois disso, o efeito começa a diminuir.
A rede de saúde oferece essa vacina para crianças de até dois anos. As doses estão no calendário vacinal e são aplicadas aos três e aos cinco meses de vida dos bebês, com reforço aos 15 meses (um ano e três meses). Este reforço pode ser aplicado até os dois anos de idade.
A entidade pede que os pais mantenham em dia a imunização dos filhos.
– Para quem pretender complementar e fazer a imunização do tipo B é obrigatório que seja feita na rede privada, que oferece ainda a tetravalente que protege contra os tipos A, C W e Y. Essas duas vacinas são recomendadas para crianças e adolescentes pela Sociedade Brasileira de Pediatria. É importante esclarecer que cada tipo de imunização possui valores diferenciados, o que muitas vezes deixa a população confusa achando que houve uma elevação dos preços – afirmou Cunha.
A meningite é a inflamação das meninges (membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal). Pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e protozoários.

Os sintomas mais comuns são febre, dor de cabeça severa, náuseas, vômitos, confusão mental, convulsões, rigidez de nuca em pacientes mais comprometidos. Um sintoma especialmente importante é o aparecimento de manchas vermelhas no corpo. Em crianças menores de um ano, os sintomas são menos evidentes: febre, recusa alimentar, irritabilidade ou sonolência e prostração e, em alguns casos, abaulamento da moleira. Os sintomas das meningites virais e bacterianas são os mesmos. Diferente das virais, a meningite bacteriana, pode ser fatal. As pessoas com sintomas de meningite devem procurar, imediatamente, atendimento médico.

1 de jul de 2015

Banho no frio: cuidados para seu filho


O friozinho chegou com tudo. As crianças são as que mais sentem os efeitos das baixas temperaturas e, muitas vezes, acabam ficando doentes – um sequência de gripes e resfriados que parece não ter fim. Por isso, nesse período do ano, é importantíssimo redobrar os cuidados com o banho dos filhotes. 

Veja nossas dicas: 
  • Horário: a melhor opção é dar o banho durante a tarde, no período mais quente do dia (por volta das 15h). Se não for possível, o melhor a fazer é dá-lo pela manhã, ou assim que o filhote voltar para casa da escolinha. Atenção: evite lavar os cabelos dos pequenos nos períodos mais frios do dia, mesmo que você vá secar os fios com secador. 
  • Local do banho: nos dias frios, escolha sempre os ambientes mais quentes da casa para banhar o filhote. Algumas mães preferem dar o banho no quarto, por este ser normalmente um local aquecido (e para não ter que transitar com o bebê pelos cômodos, quando o plano é colocá-lo para dormir logo em seguida). 
  • Temperatura da água: eu sei que no tempo frio temos uma tendência a tomar banhos ainda mais quentes. Mas tome cuidado com os pequenos: essa atitude pode prejudicar a pele sensível das crianças, principalmente daquelas com tendência a dermatite atópica (que têm, naturalmente, a pele mais seca). Se você não tem termômetros que medem a temperatura da água, coloque o dorso da mão na banheira e sinta se o banho está confortável. Essa mesma recomendação deve ser seguida pelos pais das crianças maiores, que já tomam vão ao chuveiro. 
  • Deixe os itens necessários próximos: antes do banho, coloque por perto os produtos de que vai precisar – como o sabonete e o xampu – até mesmo para que você se organize melhor. Ainda mais importante é deixar à mão as coisas que serão usadas quando o bebê sair da água – como a toalha, a fralda, a pomada e as roupinhas. Uma boa dica para o momento em que tirar o filhote do banho é secá-lo bem e colocar uma camiseta para aquecer seu peito, antes de qualquer outra coisa. 
  • Quantidade: o ideal é que os bebês e as crianças tomem banho uma vez ao dia no inverno, não mais do que isso. Seguir essa dica com os pequeninos é mais fácil do que com os crescidinhos, que costumam brincar e se sujar mais (a não ser que você tenha o irmão gêmeo do Cascão em casa – aí é facil, fácil!). Mas sempre que possível, siga essa recomendação – você evita que a proteção natural da pele seja removida pelo excesso de sabonete e água quente. 
  • Atenção aos produtos: assim como a nossa pele, a dos pequenos também costumam sofrer mais no inverno – efeito dos banhos quentes, do tempo seco e frio. Por isso, redobre a atenção nos cosméticos que você usa no banho do seu filho: prefira aqueles que você já utiliza normalmente, para não irritar a pele do filhote, que fica ainda mais sensível nessa época do ano. 
  • Opte pela praticidade: por experiência própria, posso dizer a banheira que vem com trocador acoplado me ajudou muito a dar os banhos na Catarina no inverno – já que eu tirava a pequena da água e a trocava rapidamente no mesmo lugar. Toalhas com capuz também são boas opções para manter o bebê aquecido. 

 Fonte: http://www.mildicasdemae.com.br/2015/06/banho-no-frio-cuidados-para-manter-seu-filho-quentinho-e-saudavel.html

26 de jun de 2015

CASOS DE SÍFILIS AUMENTA E PREOCUPA ESPECIALISTAS

Uma epidemia silenciosa de sífilis avança no Brasil, e o mais preocupante é que grande parte dos infectados não sabe que está transmitindo a doença para outras pessoas. Segundo o infectologista José Valdez Madruga, a enfermidade tem uma característica peculiar: três semanas após a contaminação surge uma lesão ulcerativa na genitália do infectado – na região do freio ou frênulo do prepúcio, nos homens, e no encontro dos pequenos lábios, nas mulheres – que some espontaneamente depois de alguns dias, dando a falsa impressão de cura.
 
“A maioria das pessoas não tem noção de que está contaminada, pois após o desaparecimento das lesões, os sintomas não são muito visíveis. Podem surgir manchas vermelhas na pele, mas muitas vezes o paciente não as associa à doença. Na verdade, ele só vai descobrir se for ao médico e lhe for solicitado um exame de sangue específico”, informa.

A situação é bastante grave, principalmente no estado de São Paulo, onde o número de adultos contaminados aumentou, em seis anos, mais de 600%, segundo estatísticas da Secretaria Estadual da Saúde. Aproximadamente sete pessoas são infectadas diariamente pela bactéria Treponema pallidum, que causa a sífilis.

Nos casos das mulheres grávidas, o aumento também foi grande. O número de infectadas saltou de 1.863, em 2005, para 21.382, em 2013, alta que equivale a mais de 1.000%.

“As pessoas precisam saber que também é possível contrair a doença por meio do sexo oral e anal”, completa Madruga. Use camisinha em todas as relações sexuais.


Se você possui alguma dúvida em relação a sintomas e tratamento ligue para o Disk DST/Aids: 0800-162550.

19 de jun de 2015

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE DOAR SANGUE

A taxa de doadores despenca no período mais frio do ano. Veja os requisitos básicos para fazer a sua parte e não deixar os bancos de sangue em situação de emergência O Dia Mundial do Doador de sangue é comemorado em 14 de junho. A data serve para estimular as pessoas a procurarem mais os hemocentros e hospitais de suas cidades para realizar essa boa ação. Nos meses mais frios do ano, o estoque de líquido vermelho cai bastante. Isso acontece, em parte, porque no outono e no inverno aumentam os casos de viroses e outras infecções, doenças que impedem a retirada de sangue por um tempinho. 

Você quer doar sangue, mas não sabe direito o que fazer ou aonde ir? 
Abaixo você confere as respostas para as principais dúvidas sobre o assunto: 

Quem pode doar? 
Qualquer pessoa com idade entre 18 e 67 anos que pese mais de 50 quilos. Jovens de 16 ou 17 anos também estão aptos, desde que tenham o consentimento dos pais ou dos responsáveis.

Quanto tempo demora? 
A coleta do sangue é bem rápida: leva de 8 a 12 minutos. Antes, o doador faz uma triagem e passa algumas informações de saúde para os funcionários do local. 

O procedimento oferece algum perigo? 
Não. A doação é totalmente segura e não apresenta nenhum risco. Os materiais utilizados, como a agulha e os cateteres, são descartáveis. 

Quanto sangue é retirado? 
São 450 mililitros. Esse volume pode salvar a vida de até quatro pessoas. 

Mas meu corpo não vai sentir falta desse sangue? 
Não. Nós possuímos cerca de 5 litros do líquido vermelho circulando pelos vasos. A retirada não prejudica em nada: o organismo repõe e alcança os níveis normais em até 72 horas. 

Onde eu posso doar? 
Nos principais hospitais e hemocentros próximos da sua casa. Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde ou das secretarias de saúde estaduais e municipais. 

Existem algumas doenças que impedem a doação de sangue? 
Sim. Doenças infecciosas, como a gripe, e inflamatórias, como aquelas que atacam o intestino, exigem que a doação seja postergada para outra data. Em caso de dúvida, converse com o profissional de saúde do hemocentro para saber se tudo está ok. 

E o que eu preciso levar no dia da doação? 
Apenas um documento original com foto. 

Eu fiz uma cirurgia recentemente. Posso doar sangue? 
Você deve esperar 72 horas para doar sangue após uma extração dentária. Operações simples, como apendicite e retirada de varizes, pedem 3 meses. Procedimentos mais complexos, como a remoção da tireoide ou de um rim, meio ano. Caso você tenha passado por uma transfusão de sangue ou fez uma tatuagem, é importante aguardar por um ano. 

E quanto tempo eu tenho que esperar entre uma doação e outra? 
Os homens podem visitar o banco de sangue a cada 60 dias. Já as mulheres devem aguardar três meses. 

E depois de doar sangue?
Devo seguir alguma recomendação médica? Sim. Evite esforços físicos, beba bastante água, não fume por duas horas e evite ingerir álcool pelo resto do dia. Também é importante não praticar esportes radicais, como paraquedismo ou mergulho, ou dirigir veículos de grande porte. 

A taxa de doações no Brasil é baixa? 
De acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, os brasileiros produzem 3,6 milhões de bolsas de sangue todos os anos. Isso significa que 1,8% da população é doadora. Nós estamos dentro dos parâmetros da Organização Mundial da Saúde: eles pedem que 1 a 3% do país tenha o costume de deixar a sua contribuição nos hemocentros. Mas os especialistas garantem que esse número precisa subir. 

Que tal ser um doador de sangue?

15 de jun de 2015

Você sabe o quão importante a vitamina A pode ser para a sua saúde?

De acordo com nutricionistas ela pode agir diretamente na visão, no crescimento, na integridade das células que revestem o corpo (formando uma barreira contra infecção) e no crescimento e desenvolvimento do esqueleto.

Isso sem contar que o nutriente ainda possui função antioxidante no organismo, sendo capaz de combater o envelhecimento precoce e o câncer, prevenir doenças crônicas como catarata e artrite, e ainda amenizar os riscos de problemas cardiovasculares.


Em todo caso vale ressaltar que o melhor a fazer antes de adotar qualquer dieta específica ou outra medida relacionada à alimentação é sempre consultar um especialista. Apesar disso, você pode saber desde já quais são alguns dos principais alimentos capazes de fornecer o nutriente. A seguir você confere a lista.

Os alimentos que são verdadeiras fontes de vitamina A são:  fígado, agrião, couve, mamão, tomate, pimentao-vermelho, abóbora, pimentão vermelho, batata doce.


Fonte: http://www.clickgratis.com.br/saude

11 de jun de 2015

45% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA NÃO USA CAMISINHA

45% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA NÃO USA CAMISINHA

Embora a grande maioria dos brasileiros admita que a camisinha é a melhor maneira de prevenir uma gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissíveis, incluindo a aids, dados divulgados dia 28/1 pelo Ministério da Saúde mostram que 45% da população sexualmente ativa do país não utilizou preservativo nas relações sexuais nos últimos 12 meses.

Os dados, inéditos, são da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), apresentados em Brasília, durante o lançamento da campanha de prevenção às DST e aids para o carnaval 2015. Realizada em 2013, a pesquisa entrevistou 12 mil pessoas da faixa etária de 15 a 64 anos, por amostra representativa da população brasileira.

QUASE METADE DOS JOVENS HOMOSSEXUAIS NÃO USA CAMISINHA


Os dados comparativos com pesquisas anteriores mostram que o uso do preservativo na última relação sexual, ocorrida nos últimos 12 meses, se manteve praticamente estável: 52% em 2004, 47% em 2008 e 55% em 2013, apesar das constantes campanhas de estímulo ao uso do preservativo durante todos esses anos. Além disso, houve um crescimento significativo de pessoas que relataram ter tido mais de 10 parceiros sexuais na vida. Esse percentual subiu de 19%, em 2004, para 26% em 2008, chegando a 44% no ano de 2013.


Fonte: Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde