11/07/2014

Nossas pediatras participam de Simpósio

As pediatras da Vita Clínica, Dra. Liane Netto e Dra Juliana Oliveira, participaram em maio  do V Simpósio Sul-Americano de Pediatria.





Na foto, as doutoras Katia Taneda, Liane Netto, Rosane Rhoden, Jane Magalhães e Juliana Oliveira.

08/07/2014

Dr. Leandro participa de curso em Barretos

Dr. Leandro Netto participa, no início de agosto, em Barretos, do curso Laparoscopic Gynecological Surgery - que traz técnicas atuais no tratamento da endometriose severa.

Promovido pelo IRCAD da America Latina, que possui uma estrutura única para especialização e atualização profissional e é considerado o maior centro de treinamento em cirurgia laparoscópica do continente e um dos três maiores do mundo, o curso tem como objetivos:
• Fornecer os conhecimentos básicos necessários para o bom andamento da prática laparoscópica;
• Consolidar os passos técnicos que são utilizados em procedimentos laparoscópicos avançados;
• Descrever os resultados e as potenciais complicações, reforçando como preveni-las;
• Aperfeiçoamento de habilidades práticas tanto em modelo pélvico, quanto em tecido vivo, visando o desenvolvimento de técnicas específicas.


Corpo docente do curso: Anastasia Ussia (Itália), Arnaud Wattiez (França), Emilie Faller (França), Jaime Albornoz (França), Luca Minelli (Itália), Maurício Abrão (Brasil), Paulo Ayroza (Brasil), Philippe Koninckx (Bélgica).


Dr. Leandro aproveita a viagem para visitar o Hospital de Câncer de Barretos, maior estrutura de cancer do Brasil. http://www.hcancerbarretos.com.br

Dr Leandro e Dra Liane recebem amigos

Dr. Leandro e Dra Liane Netto recebem amigos em sua residência para uma deliciosa feijoada. Na ocasião, Dr. Leandro divulgou a iniciativa da Fundação Hospital Centenário de São Leopoldo (FHCSL) com o projeto VISITA PET. O Centenário é o primeiro Hospital Público brasileiro com esta iniciativa de humanização.



O Dr. Leandro agradece a todos que colaboraram e informa aos que não foram convidados que não fiquem decepcionados, pois haverá outros encontros com outro cardápio. Diz ele: “todos sabem que temos este modo de agir quando reunimos amigos, sempre com uma finalidade. Fiquem atentos. LÁ EM CASA TODOS SÃO BEM VINDOS!!!!!!! Isto agora de chama de ANTIRESTAURANTE...”


02/07/2014

CUIDADOS COM AS BEBÊS E CRIANÇAS NO INVERNO

O corpo da criança é mais sensível e, como suas defesas ainda não estão bem fortalecidas, é fundamental o cuidado dos pais com sua saúde no inverno, principalmente os bebês. O frio pode causar inúmeras complicações para as crianças. Gripes, resfriados e pele ressecada são os principais problemas que as crianças enfrentam nas épocas de frio. Os recém-nascidos correm um grande risco de ter hipotermia, é muito importante ficar alerta para a temperatura do corpo das crianças no inverno, mas não exagere demais nas roupas.

LÁBIOS: Os bebês babam muito, isto é normal, dentes nascendo e a falta de controle da saliva faz os pequeninos ficarem sempre babados. Nosso papel como pais é estar sempre com uma toalhinha e evitar que a roupa da criança fique muito encharcada, mas com todo esse processo de “baba e seca” os lábios podem ficar rachados no inverno, devido ao vento e a temperatura baixa. A melhor solução para o problema é passar protetor labial ou manteiga de cacau para manter os lábios hidratados.

BROTOEJAS: As brotoejas não são exclusividade apenas do verão, não! No inverno as mães costumam exagerar na quantidade de roupas, principalmente de lã, então as glândulas de suor ficam “entupidas” dando lugar a bolinhas vermelhas, principalmente nas dobrinhas dos bebês. Uma solução para este problema é vestir as crianças com várias camadas de roupas finas e ir tirando conforme a temperatura for aumentando.

PELE: É comum no inverno os bebês e crianças pequenas ficarem com a pele, principalmente do rosto, mais grossa e ressecada. Isso acontece devido ao contato direto da pele com o ar gelado e seco, provocando desidratação cutânea nos pequenos. A solução para a pele ressecada do bebê é não exagerar na temperatura da água do banho, usar sabonete e shampoo sem álcool e passar creme hidratante no rostinho do bebê cerca de 2 minutos após o banho, esses cuidados com crianças no inverno pode evitar dor de cabeça e idas frequentes ao médico por conta de resfriados e febres.

BANHO: Quando a gente é mãe as vezes fica com dó de dar banho nos pequenos nos dias muito frios e pensa em deixar passar achando que vai ser melhor pro bebê, que um diazinho sem banho não vai fazer mal… Tire isso da cabeça! O banho dos bebês deve ser diário! Para tornar o banho mais agradável mesmo nos dias mais frios, escolha o horário mais quentinho do dia, normalmente logo após o meio dia. A temperatura da água não pode estar muito quente, deve ser morninha. Aqueça o banheiro com um aquecedor para não causar um choque térmico no pequeno. Acelere os banhos dos dias frios, lave o bebê rapidinho e logo o enrole em uma toalha um pouco aquecida (por ferro elétrico ou secador).

HIPOTERMIA: A hipotermia é um assunto muito sério e pode levar a criança à morte, principalmente os recém-nascidos. Evite colocar o bebê em ambientes muito frios, procure vesti-lo adequadamente, colocar toucas pois cerca de 25% do calor do corpo do bebê se perde pela cabecinha, manter pés e mãos aquecidos com meias e luvas. Se notar as extremidades do corpinho geladas use um termômetro para verificar a temperatura do corpo, que deve estar acima de 36°, caso esteja a baixo leve o bebê para o hospital enroladinho num cobertor, com o rosto descoberto e com a barriguinha junto à sua, para transmitir seu calor à ele. 
  
Dicas de prevenção:

- Não leve seus filhos com resfriado para a escola ou creche, pois além do repouso necessário para a recuperação, a criança não transmitirá o vírus para as outras;
- Evite que pessoas com gripes ou resfriados fiquem em contato direto com os seus filhos pequenos, dentro da sua própria casa. Caso os pais ou irmãos maiores estejam com resfriado, é recomendado o uso de máscaras comuns (vendidas em farmácias) quando estão perto destas crianças, especialmente, se for um bebê;
- Evite ir a lugares com aglomeração de pessoas com seu bebê, especialmente se ele tiver menos de quatro meses de idade. Nessa idade, as defesas do organismo ainda não estão desenvolvidas, sendo muito mais propenso a contrair doenças com mais complicações;
- Mantenha a vacinação adequada e em dia;
- Faça o aleitamento materno que, além de ser o alimento ideal para os bebês até o sexto mês de vida, transmite anticorpos da mãe que os protegerão de um grande número de doenças;
- Mantenha a casa e principalmente o quarto das crianças arejado e limpo. É importante não ter nada que possa acumular pó, pois os ácaros (grande causador de alergias respiratórias) costumam se fixar em objetos como bichinhos de pelúcia, tapetes, cortinas, protetor de berço, mosquiteiro, entre outros;
- Mantenha os animais de estimação no quintal;
- Não fume e não permita que fumem dentro da sua casa, em nenhum cômodo, pois a fumaça de cigarros irrita as vias respiratórias;
- Consulte sempre um pediatra e procurar evitar de ir ao Pronto Socorro com o seu filho sem necessidade, pois neste local ele poderá ficar ao lado de outras crianças que podem estar com doenças contagiosas graves.

O uso de antibióticos está contraindicado, a menos que haja alguma complicação bacteriana. Se no terceiro dia da doença, o quadro se mantiver ou agravar com persistência de febre, recusa de alimentação, aparecimento de vômitos, cansaço para respirar ou diminuição da urina, é importante levar a criança imediatamente para uma avaliação com o pediatra.



TRANSPORTE SEGURO DE CRIANÇAS EM AUTOMÓVEIS

Desde 2010, vigora no Brasil a Resolução Nº 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), segundo a qual, para transitar em veículos automotores, menores de 10 anos devem ser transportados nos bancos traseiros, usando individualmente um dispositivo de retenção apropriado para as sua idade. (Desobediência: infração gravíssima, multa de R$ 191,54 e retenção do veículo)

Infelizmente nossa legislação está desatualizada em relação às melhores evidências científicas, que contraindicam a migração do bebê-conforto para a cadeirinha antes de cerca de 2 anos de idade; desta para o assento de elevação antes dos 18 kg de peso, o que pode ser até os 7 anos de idade; assim como o cinto de segurança antes da criança ter 1,45m de estatura, o que ocorre entre 9 e 13 anos. Assim, cabe aos pais certificarem-se de que seus filhos utilizem os equipamentos mais seguros e adequados, independentemente da lei.

RECOMENDAÇÕES:

Todas as crianças devem viajar sempre no banco traseiro até os 13 anos de idade, para sua maior segurança, ainda que a legislação brasileira o permita a partir dos 10 anos. Maiores de 13 anos e com mais de 1,45m poderão sentar no banco da frente, como passageiros, no momento que conseguirem encostar os dois pés totalmente no chão do veículo, utilizando o cinto de três pontos de maneira correta.

O bebê recém-nascido deve ser transportado em assento de segurança apropriado, no banco traseiro do veículo, virado de costas para a direção do deslocamento do veículo, como consta da nossa legislação.

Como não existem marcas de assento de segurança que sejam por consenso as mais seguras ou o melhores, o ideal é aquele que melhor se adapta no banco traseiro do carro e que seja utilizado corretamente a cada transporte. Preço, modelo e marca não deve influenciar na escolha do assento, que deve, antes de tudo, ser testado no carro, sua instalação feita de acordo com as especificações dos fabricantes do veículo e do próprio assento.

Consultar sempre o manual que vem com a cadeirinha para instalar cada modelo de forma correta.

A cadeirinha deverá estar presa ao banco pelo cinto de segurança do veículo. Para testar sua efetiva fixação, dobre uma perna e apoie o joelho em seu assento e puxe com força. Revise periodicamente para observar afrouxamento ou desconexão do equipamento.

Os modelos de assentos devem ser certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), seguindo a Norma Técnica NBR 14.400, que obriga os fabricantes a cumprirem as especificações de segurança. Para mais informações, acesse o site do Inmetro:
http://www.inmetro.gov.br/prodcert/produtos/busca.asp

O modelo escolhido deve se adaptar de forma correta no banco do carro e ser confeccionado de material resistente e durável. O tecido que reveste o assento deve ser resistente e macio, além de não esquentar com facilidade.

A partir do momento que a cadeirinha ficar pequena para a criança, ou sua cabeça ultrapassar o limite superior da cadeira, um novo modelo deve ser adquirido.

A criança nunca deve utilizar a faixa transversal atrás dos braços ou colocá-la nas costas, já que o uso exclusivo da faixa abdominal não garante a proteção do tronco. 

VEJA OS MODELOS
Os modelos de assentos infantis são indicados conforme a fase do crescimento (peso e/ou altura) da criança:


1º modelo: Assento infantil tipo bebê-conforto
Deve ser usado desde o nascimento até que a criança tenha 2 anos de idade ou que tenha ultrapassado o limite máximo de peso ou altura permitido pelo fabricante do assento. Deve ser instalado de costas para o painel do veículo, preferentemente no meio do banco de trás, preso pelo cinto de segurança de três pontos.
As faixas do cinto de segurança desse modelo de assento (de cinco pontos) devem passar pelos ombros e entre as pernas da criança e ficar presas na estrutura do assento. Estes modelos podem ter um acessório que firma o pescoço do bebê.

2º modelo: Assento tipo cadeirinha voltada para frente
Toda criança com mais de 2 anos de idade ou que tenha ultrapassado o limite máximo de peso ou altura permitido para o seu assento tipo bebê-conforto deve usar a cadeirinha dotada de cinto de segurança próprio, até atingir o limite máximo de peso ou altura permitido pelo fabricante. Vários modelos de cadeirinha de segurança acomodam crianças pesando até 30 a 36 kg, isto é, ao longo de toda a idade escolar. O menor limite máximo de peso nas cadeirinhas de segurança disponíveis é 18 kg, que as crianças podem atingir entre três e sete anos de idade.

3º modelo: Assento de elevação ou “booster”
Toda criança cujo peso ou estatura tenha ultrapassado o limite máximo permitido para a cadeirinha de segurança deve usar um assento de elevação, até atingir a estatura de 1,45m (o que pode ocorrer entre nove e treze anos de idade) e que o cinto de segurança do veículo adapte-se com perfeição, a porção subabdominal passando pela pelve, a porção do ombro passando pelo meio do ombro e do tórax e os pés encostando no assoalho. O assento elevador deve ser colocado no banco de trás, posicionado nas laterais, local este que promove segurança à parte superior do tronco e à cabeça. No assento elevador, a criança ficará sempre contida pelo cinto de três pontos do carro, a faixa transversal passando pelo meio do ombro e a subabdominal pelas saliências ósseas do quadril. Se o carro somente tiver cintos subabdominais no banco traseiro, não deve ser usado um assento de elevação.

Pais que dão o exemplo, ao obedecer às regras de trânsito, ao utilizar SEMPRE o cinto de segurança e ao adotar uma atitude firme para com seus dependentes, com a utilização correta dos assentos, terão a garantia de um transporte seguro e eficiente, além do respeito de seus filhos.

FONTE:
http://www.healthychildren.org



26/06/2014

Violência sexual

A violência ou abuso sexual ocorre através do uso da criança ou do adolescente para qualquer tipo de gratificação sexual de pessoa com maturidade física e psicossexual mais adiantada. Manifesta-se por meio de carícias, manipulação de genitália, mama ou ânus, voyeurismo, pornografia, exibicionismo ou mesmo pelo ato sexual completo, com penetração anal ou vaginal.

A violência sexual na infância e na adolescência apresenta-se principalmente de três formas: o abuso sexual como forma de violência doméstica, caracterizando o incesto; a violência sexual e o estupro extradomiciliar e a exploração sexual comercial. Nessas três modalidades, o Código Penal Brasileiro contempla o tipo estupro de vulnerável, seja pela conjunção carnal ou prática de atos libidinosos com menor de 14 anos, sem distinção de gênero para a vítima ou agressor (Lei 12015/2009).

Na exploração sexual comercial, as meninas são as mais atingidas, embora os meninos também sejam vítimas da mesma violência, sendo negociados e tratados como mercadoria, para remuneração de terceiros (familiares da vítima ou agenciadores estranhos ao núcleo familiar).

Deve-se suspeitar de abuso sexual quando a criança ou o adolescente apresentar, além dos sinais gerais de sofrimento intenso, alguns específicos de violência psicológica e os seguintes:
- indiretos: atitudes sexuais inapropriadas para a idade, sinais de erotização precoce, masturbação compulsiva, distúrbios de comportamento;
- diretos: inchaço ou lesões em área genital, lesões de palato (sexo oral), sangramento vaginal em crianças, hematomas, sangramento ou fissuras anais sem outra justificativa, rompimento do hímen, dilatação ou frouxidão de esfíncter anal;
- inquestionáveis: doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), aborto, gravidez.

O que é importante saber sobre a pedofilia
É uma forma de exteriorização pervertida da sexualidade humana, em que as características da infância constituem atração sexual para homem ou mulher com maturidade psicossexual mais adiantada que sua vítima. Essa atração compulsiva e incoercível leva o pedófilo à busca constante de situações que os coloquem em contato direto com crianças ou adolescentes, para transformá-los em seus objetos de gratificação sexual.

A pornografia infantil alimenta verdadeiros “clubes de pedofilia”, realizados, muitas vezes, pela internet, com símbolos próprios de identificação dos adeptos desta perversão sexual, que servem para associar pedófilos pelo mundo, num comércio dos produtos ou mesmo como meio de contratar serviços dos exploradores sexuais de crianças e adolescentes. É caminho também para o turismo sexual e tráfico de crianças e adolescentes para práticas de abuso sexual.

Medidas preventivas a serem adotadas pelos pais:
- evitar situações de contato isolado ou extrema dependência de crianças e de adolescentes com adultos, de ambos os sexos, não bastante conhecidos ou do qual não se tem certeza da idoneidade de seus antecedentes;
- investigar e se assegurar das origens de ofertas de trabalhos temporários, sem registro ou documentação adequada da firma empregadora, bem como das ocupações pretendidas;
- saber e supervisionar sempre as companhias e locais frequentados pelos filhos, especialmente nesta época dos jogos, onde podem ser aliciados para o sexo;
- suspeitar e supervisionar sempre que alguém passa a ser muito próximo de uma criança em particular, demonstrando interesse/afetividade exagerada, como tirando fotos ou filmando, sem uma razão lógica ou demonstrando ciúme, desejo de posse ou, simplesmente tentando criar situações de intimidade;
- avaliar sempre o histórico anterior daqueles aos quais se confia a guarda, mesmo que temporária, dos filhos, mesmo que com promessas de passeios e entradas em jogos;
- investigar a procedência e as justificativas de objetos ou valores trazidos pela criança, desconfiando sempre das intenções destes presentes quando vêm de uma mesma pessoa ou de relacionados a ela.
- acompanhar sempre as crianças e adolescentes nos jogos e promoções relacionados à Copa, bem como a qualquer convite de festas ou comemorações feitos por pessoas desconhecidas.


Fonte: http://www.conversandocomopediatra.com.br/

23/05/2014

Obesidade Infantil


Drª Liane Netto participa de congresso

Nossa pediatra Dr. Liane Netto participou nos dias 15, 16 e 17 de maio, do VII Congresso Gaúcho de Atualização em pediatria, do V Simpósio Sul-Americano de Pediatria e do Encontro Anual da SPRS, em Porto Alegre.

Obesidade Infantil é tema de campanha que pretende conscientizar crianças e adultos

Estudos internacionais mostram que, por causa da obesidade infantil, as crianças de hoje possam viver em média cinco anos a menos do que os adultos da atualidade. A principal causa é o sedentarismo. 

Os males causados às crianças e adolescentes vão desde consequências físicas à psicológicas, no momento em que os "gordinhos" acabam sendo vítimas de apelidos constrangedores e sofrem com auto-estima baixa. Para alertar sobre esse grave problema de saúde pública, a Sociedade de Pediatria lançou no início de março a campanha que pretende conscientizar a população.
O trabalho de comunicação foi desenvolvido pela Agência Paim e poderá ser acompanhado em diversos meios de comunicação. Além disso, haverá outdoor e uma peça publicitária localizada em um dos mais movimentados pontos de lazer da capital gaúcha, o Parque Moinhos de Vento (Parcão). A peça elaborada pela agência traz uma gangorra na qual um dos lados está permanentemente abaixado, fazendo uma referência ao problema causado pela obesidade infantil. A campanha é dividida em duas fases: primeiro, será feito um alerta e, após, haverá a orientação de como combater o problema.
- A obesidade infantil traz preocupações que vão muito além da estética. Crianças obesas têm dificuldade para praticar atividades físicas, problemas ortopédicos e distúrbios relacionados com o sono. Além disso, têm mais chance de desenvolver algumas doenças durante a infância, como hipertensão arterial (pressão alta), diabetes e alteração do colesterol, triglicerídios e outros - afirmou a presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Patrícia Lago.
Segundo dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, do IBGE, , em 20 anos, os casos de obesidade mais do que quadruplicaram entre crianças de 5 a 9 anos, chegando a 16,6% (meninos) e 11,8% (meninas).
Fonte: www.sprs.com.br

19/05/2014

O que é gripe?

A gripe é uma infecção viral causada pelo vírus Influenza, que se apresenta com febre, dor no corpo, dores de cabeça e sintomas respiratórios como tosse, congestão de vias aéreas e dificuldade para respirar. Os sintomas variam de leves a graves, podendo levar ao óbito, dependendo do grau de agressão do vírus e principalmente do estado imunológico, nutricional e até psicológico do paciente.

Qual a diferença entre gripe e resfriado?
O resfriado pode ser causado por vários tipos de vírus que provocam sintomas semelhantes ao da gripe, variando de leves a graves, dependendo muito do tipo de vírus agressor e principalmente do estado geral do paciente.
Não existe uma vacina específica contra resfriado, pois existem centenas de vírus diferentes que causam a doença, o que dificulta o desenvolvimento de vacinas.

Já a gripe é causada por um vírus específico, o vírus Influenza, por isso é possível combatê-lo com a vacinação. Porém, como o vírus Influenza se divide em vários subtipos (cepas) que se renovam constantemente, é necessário atualizar a vacina contra a gripe a cada ano, para que ela seja eficiente ao tipo de vírus circulante no momento.


Tanto a gripe como o resfriado são transmitidos de pessoa para pessoa por gotículas respiratórias.

Como evitar a gripe?

Além da vacina, são medidas importantes na prevenção da doença a lavagem das mãos, e evitar ambientes fechados e mudanças bruscas de temperatura. Além disso, quando uma pessoa estiver gripada, é muito importante a “etiqueta” respiratória, protegendo a boca ao tossir ou espirrar, para diminuir a contaminação de outras pessoas.

14/04/2014

Feliz Páscoa!!!!


Dra. Liane Netto participa de congresso

A Dra. Liane Netto, pediatra da Vita Clínica, participou do HOT TOPICS EM DOENÇAS RESPIRATÓRIAS PEDIÁTRICAS 2014, nos dias 11 e 12 de abril, em Porto Alegre.

Na foto, Dra. Angela Orlandini, Dra. Jane Magalhães, Sandro, representante do laboratório GSK, e Dra Liane Netto

09/04/2014

Avós que tomam conta dos netos uma vez por semana são mentalmente mais ativas, diz estudo

Cuidar dos netos uma vez por semana ajuda a manter as avós mentalmente ativas, constatou um estudo publicado no jornal The North American Menopause Society. Isso é uma boa notícia especialmente para aquelas que se encontram no período pós-menopausa, quando precisam se prevenir e reduzir os riscos de desenvolver Alzheimer e outras doenças cognitivas.

Por outro lado, tomar conta dos pequenos cinco dias por semana ou mais teve alguns efeitos negativos em testes de acuidade mental realizados na pesquisa.
— Sabemos que as mulheres mais velhas, que são socialmente engajadas, têm uma melhor função cognitiva e um menor risco de desenvolver demência posteriormente. Entretanto, o excesso também pode ser prejudicial — afirmou a diretora executiva da publicação, Margery Gass.
Três testes diferentes foram aplicados em 186 australianas, com idades entre 57 e 68 anos, para avaliar a sua capacidade mental. Entre as 120 avós, aquelas que passaram um dia por semana cuidando dos netos tiveram o melhor desempenho. Ao contrário, aquelas que tomaram conta dos pequenos durante cinco ou mais dias por semana saíram-se significativamente pior nos testes que avaliaram memória e velocidade de processamento mental. A descoberta surpreendeu os pesquisadores, os quais não esperavam por esses resultados.
Embora outras investigações já tivessem analisado a relação entre a capacidade e atividade mental e ser socialmente engajado, esta é a primeira vez que uma pesquisa enfoca o comportamento deste grupo específico.
— Já que ser avó é um papel social tão importante e comum para as mulheres na pós-menopausa, precisamos saber mais sobre os seus efeitos futuros na saúde— explica Margery.