17 de jun de 2016

DIETA DO MEDITERRÂNEO COM ALTO TEOR DE GORDURA NÃO CAUSA AUMENTO DE PESO

A dieta do mediterrâneo com alto teor de gordura não leva automaticamente ao aumento do peso corporal. Este é o resultado de um estudo espanhol com duração de vários anos publicado na revista “The Lancet Diabetes & Endocrinology”.  

O teor de gordura na dieta não é, necessariamente, uma medida útil dos benefícios e malefícios do alimento, enfatizou o estudo. Para esse estudo, pesquisadores da Universidade de Barcelona (Espanha) incluíram 7.447 participantes entre 55 e 80 anos de idade com uma dieta específica durante um período de 5 anos. 90% deles tinha sobrepeso e todos tinham risco cardiovascular ou diabetes tipo 2. 

Os participantes foram randomizados entre 3 grupos. Um dos grupos (2.543 pessoas) deveria se alimentar com uma dieta do mediterrâneo sem restrição de calorias e rica em azeite de oliva; o 2º grupo (2.454) se alimentou com uma dieta do mediterrâneo sem restrição de calorias e rica em nozes e o 3º grupo (2.450 pessoas) deveria se alimentar com uma dieta com pouca gordura.  

Após 5 anos, a ingestão total de gordura havia diminuído de 40 a 37,4% no grupo seguindo a dieta com pouca gordura. Em contraste, ela havia aumentado ligeiramente nos dois grupos seguindo a dieta do Mediterrâneo (de 40 para 41,8% no grupo de azeite de oliva e de 40,4 para 42,2% no grupo de nozes). Já a porcentagem de ingestão de energia de proteínas e carboidratos diminuiu nos dois grupos seguindo a dieta do mediterrâneo. Todos os participantes do estudos haviam perdido algum peso (0,88 kg no grupo de azeite de oliva, 0,60 kg no grupo com dieta com baixo teor de gordura, 0,40 no grupos das nozes). Contudo, a circunferência da cintura havia aumentado (1,2 cm para a dieta com baixo teor de gordura, 0,85 cm para o grupo de azeite de oliva e 0,37 cm para o grupo das nozes).  

O estudo forneceu provas adicionais de que o teor completo de gordura na dieta não é o elemento mais importante, mas sim que o tipo de gordura consumido é importante – e que ácidos graxos em nozes, peixes e vegetais ricos em fenóis são mais saudáveis, diz o autor do estudo, Ramon Estruch. A dieta do Mediterrâneo com alto teor de gordura não tem praticamente nenhum efeito no peso corporal ou circunferências da cintura, mas oferece muitos benefícios bem conhecidos. 

Fonte: http://www.univadis.com.br

26 de mai de 2016

DIFERENÇAS ENTRE GRIPE E RESFRIADO



Gripe e resfriado são doenças distintas, causadas por vírus diferentes, mas que partilham vários sintomas em comum.

– Gripe e resfriado são infecções extremamente comuns.
– Gripe e resfriado são causados por vírus.
– Gripe e resfriado podem causar sintomas respiratórios altos, como coriza, tosse e espirros.
– Gripe e resfriado apresentam forma de contágio semelhante.
– Gripe e resfriado são facilmente transmissíveis de uma pessoa para outra.

A gripe é uma infecção mais forte que o resfriado, costuma durar menos tempo e apresenta maior taxa de complicações, como problemas pulmonares e cardíacos. A gripe pode ser perigosa em idosos, bebês e pessoas com imunidade baixa. O resfriado, por sua vez, raramente causa complicações.

Duas das principais diferenças entre a gripe e o resfriado são a febre e o estado geral do paciente. Enquanto o resfriado não costuma provocar febre (exceto em crianças pequenas), na gripe a febre é comum e costuma ser acima de 38ºC, principalmente nas crianças.

Na gripe, o paciente apresenta-se mais prostrado, com dor de cabeça e, frequentemente, com dor nos músculos e articulações. No resfriado, o paciente tem coriza, tosse e espirros, mas encontrasse mais ou menos bem disposto, apenas incomodado com estes os sintomas.

O resfriado é uma infecção branda das vias aéreas. Pode ser causado por vários tipos de vírus, sendo o Rinovírus o mais comum. É extremamente contagioso e a transmissão é feita através de aerossóis da tosse ou espirro e pelo contato com mãos infectadas. O resfriado é contagioso durante apenas os 3 primeiros dias de sintomas.

Os sintomas surgem de 24h a 72h após o transmissão do vírus. Costuma durar de 5 a 7 dias, porém em 25% dos casos, os sintomas persistem por até 2 semanas. A maioria das pessoas apresenta de 3 a 5 quadros de resfriado por ano.

Os sintomas mais comuns são a rinite, tosse e espirros. Pode ocorrer dor de garganta de curta duração nos primeiros dias. A tosse seca pode durar até semanas depois do fim dos sintomas. Em adultos, raramente ocorre febre.

As complicações são raras e incluem exacerbação de asma e presença de infecção bacteriana associada como sinusite ou otite.

A gripe é causada pelo vírus Influenza e apresenta um quadro clínico mais rico que o resfriado, com febre alta, dores pelo corpo, dor de cabeça, mal estar, perda do apetite, dor de garganta e tosse. Na gripe, os sintomas costumam aparecer subitamente ao contrário do resfriado, onde eles surgem gradualmente. A tosse e a febre são sintomas precoces.

O modo de transmissão é igual ao do resfriado. O tempo de doença pode ser de até 2 semanas, mas, em geral, dura de 4 a 7 dias. O tempo em que o paciente mantém-se contagioso dura de 1 a 2 dias após a resolução da febre.

A gripe também apresenta uma maior taxa de complicações, como pneumonia pelo próprio Influenza ou por bactérias oportunistas, que se aproveitam do estado debilitado do paciente para atacar seus pulmões.
 
Os sinais de gravidade da gripe são:
– Dificuldade respiratória.
– Dor torácica para respirar.
– Pressão baixa.
– Alterações da consciência.
– Desorientação.
– Vômitos persistentes.

A gripe e o resfriado são viroses altamente contagiosas. Quando se mora na mesma casa de alguém infectado, é quase impossível não entrar em contato com o vírus.
Algumas dicas de como reduzir o risco de transmissão:
– Evitar contato próximo com pessoas contaminadas (pelo menos 2 metros).
– Evitar contato direto das mãos com olhos e boca sem antes as terem lavado.
– Lavar frequentemente as mãos com água e sabão (ou solução alcoólica)
– Evitar ficar em ambientes com pouca circulação de ar e com muitas pessoas.
– Idosos devem ser vacinados anualmente


18 de mai de 2016

RINOSSINUSITE

A rinite é uma inflamação da mucosa nasal, que reveste desde a parede do nariz até os seios da face. Podem ser alérgicas, infecciosas, de causa desconhecida, hormonais ou medicamentosas. A rinite alérgica é uma doença inflamatória comum na infância, sendo a principal causa de obstrução nasal nos consultórios de pediatras e alergistas.

Espirros em salva, coriza, prurido e obstrução nasal são os principais sintomas. A rinite alérgica compromete a qualidade de vida, ajuda a aumentar a estatística das sinusites e otites médias, contribuindo em determinadas ocasiões para o crescimento desarmônico crânio facial. Estima-se que 20% da população brasileira seja alérgica.

Qualquer alteração pode gerar a rinossinusite, popularmente conhecida como sinusite. Dentro do nariz existem os cornetos, responsáveis por purificar, aquecer e umidificar o ar que respiramos. Alterações externas (como de temperatura ou poluição do ar) e internas (emocional, estresse e alergia) afetam diretamente esses cornetos podendo provocar a rinossinusite. Ela pode causar febre, diminuição do olfato, dores de cabeça, além de outros sintomas que variam de pessoa para pessoa.


A primeira coisa que deve-se observar para detectar a ocorrência de uma rinossinusite é a existência de um muco, que é expelido quando a pessoa assoa o nariz ou o escorre pela garganta. Esse muco fica entre a garganta e o nariz e pode provocar dor de cabeça, tosse e febre. No início o muco é transparente, mas com o tempo ganhará uma aparência mais consistente e mudará de cor (amarelada e esverdeada), nesse caso a pessoa já estará com sinusite e precisará tomar antibiótico. Inicialmente a secreção translúcida pode ser confundida com início de gripe, mas passados sete a dez dias com a permanência do muco a pessoa estará com sinusite, mesmo que ela não tenha dor de cabeça.

A sinusite pode ocorrer dos dois lados da face, mas normalmente é unilateral, que pode ser na região etmoidal, frontal e maxilar. Na criança provoca tosse e obstrução nasal podendo ter uma ocorrência maior do que nos adultos, já que os seios maxilares ainda não estão totalmente desenvolvidos. A dor provocada pela rinossinusite dependerá das terminações nervosas e da anatomia de cada nariz.

Na suspeita de uma rinossinusite é necessário procurar um médico.

Para prevenir, é necessário, consumir pelo menos dois litros de água por dia para facilitar a eliminação das secreções, juntamente com o uso do soro fisiológico para a lavagem das narinas de duas a três vezes ao dia.



13 de mai de 2016

Dra. Liane Netto fala sobre o kit berço



- O kit berço é indicado? Por quê?
Seguindo as orientações da Sociedade Americana e da Sociedade Brasileira de Pediatria para prevenção de acidentes na infância, o kit berço é contraindicado pelos pediatras.

- Quais são os perigos do kit berço?
O uso do kit berço pode levar ao sufocamento no bebê, a alergias respiratórias causadas pelo pó e ácaros, e a acidentes ao servir de degrau para saltar do berço.

- É verdade que o kit berço pode ser perigoso por provocar sufocamento?

Sim, como já dissemos, o kit berço, embora deixe o berço uma graça, é perigoso e pode sim provocar sufocamento no bebê de várias maneiras. O bebê pode ter dificuldade em respirar por ter as narinas obstruídas ao colar seu rostinho nos protetores laterais, e também pode, ao se virar, prender-se as tiras que o fixam as grade. Além disso, as mamães colocam uma grande quantidade de objetos em cima do berço como travesseiros, cobertores, brinquedos, bichinhos de pelúcia, o que aumenta o perigo.

- Quais são os cuidados que se deve tomar com os kit berço?
Devemos evitar o uso do Kit berço, mas se for usá-lo, preferir o modelo americano – mais fino, mais firme e mais alto – chegando a altura superior das grades. Usar até o 6º mês de vida, para evitar que o bebê passe braços e pernas através das grades laterais. Atenção deve ser dada ao distanciamento máximo de 6cm entre as grades laterais do berço.

- Ao que é preciso se alertar na hora de comprar o kit berço? Quais itens pode e quais não pode ter?    
O berço do bebê deve ser o mais vazio possível. Devemos evitar móbiles muito próximos do bebê, brinquedos e babá eletrônica sobre a caminha e as cobertas devem ser bem presas nas laterais do colchão. O mais indicado é o uso de um pijama largo e quentinho o suficiente para evitar excesso de cobertas. O bebê não necessita de travesseiro, pois seu pescoço é curto.

4 de mai de 2016

Parabéns a todas as mamães!!!


CLIMATÉRIO


O que esperar dessa fase delicada na vida das mulheres

 O climatério é a fase da vida em que ocorre a transição do período reprodutivo ou fértil para o não reprodutivo, devido à diminuição dos hormônios sexuais produzidos pelos ovários. A diminuição dos níveis hormonais ocorre com todas as mulheres e se inicia ao redor dos 40 anos. 

A menopausa delimita as duas fases do climatério, o climatério pré- menopausa e o pós-menopausa. A idade média das mulheres na menopausa é de 51 anos, podendo variar de 48 a 55 anos. Quando ocorre nas mulheres com menos de 40 anos é chamada de menopausa prematura. A diminuição ou a falta dos hormônios sexuais femininos podem afetar vários locais do organismo e determinam sinais e sintomas conhecidos pelo nome de síndrome climatérica ou menopausal. 

Os sintomas mais freqüentes são: 
- Fogachos ou ondas de calor, que causam uma vermelhidão súbita sobre a face e o tronco, acompanhados por uma sensação intensa de calor no corpo e por transpiração. Podem aparecer a qualquer hora e muitas vezes são tão desagradáveis que chegam a interferir nas atividades do dia a dia. 
- Alterações urogenitais causadas pela falta de estrogênio que levam a atrofia do epitélio vaginal, tornando o tecido frágil a ponto de sangrar. Na vagina, a atrofia causa o estreitamento e encurtamento, perda de elasticidade e diminuição das secreções, ocasionando secura vaginal e desconforto durante a relação sexual (dispareunia). 
- Alterações do humor, sintomas emocionais, tais como ansiedade, depressão, fadiga, irritabilidade, perda de memória e insônia devido às alterações hormonais que afetam a química cerebral. Modificação da sexualidade com diminuição do desejo sexual (libido), que pode estar alterado por vários motivos, entre eles, a menor lubrificação vaginal. 
- Aumento do risco cardiovascular pela diminuição dos níveis de estrogênio. O estrogênio protege o coração e os vasos sanguíneos contra problemas, evitando a formação de trombos que obstruem os vasos e mantendo os níveis do bom colesterol. 
- Osteoporose, que é a diminuição da quantidade de massa óssea, tornando os ossos frágeis e mais propensos às fraturas, principalmente no nível da coluna vertebral, fêmur, quadril e punho. Embora algumas mulheres possam não apresentar nenhum sintoma, alguma manifestação silenciosa da deficiência hormonal pode estar ocorrendo, como a perda de massa óssea que pode levar a osteoporose. É nos cinco primeiros anos após a menopausa que ocorre uma perda óssea mais rápida.

13 de abr de 2016

Dra. Liane Netto esclarece sobre o KIT BERÇO


- O kit berço é indicado? Por quê? Seguindo as orientações da Sociedade Americana e da Sociedade Brasileira de Pediatria para prevenção de acidentes na infância, o kit berço é contraindicado pelos pediatras. 


- Quais são os perigos do kit berço? O uso do kit berço pode levar ao sufocamento no bebê, a alergias respiratórias causadas pelo pó e ácaros, e a acidentes ao servir de degrau para saltar do berço. 

- É verdade que o kit berço pode ser perigoso por provocar sufocamento? Sim, como já dissemos, o kit berço, embora deixe o berço uma graça, é perigoso e pode sim provocar sufocamento no bebê de várias maneiras. O bebê pode ter dificuldade em respirar por ter as narinas obstruídas ao colar seu rostinho nos protetores laterais, e também pode, ao se virar, prender-se as tiras que o fixam as grade. Além disso, as mamães colocam uma grande quantidade de objetos em cima do berço como travesseiros, cobertores, brinquedos, bichinhos de pelúcia, o que aumenta o perigo. 

- Quais são os cuidados que se deve tomar com os kit berço? Devemos evitar o uso do Kit berço, mas se for usá-lo, preferir o modelo americano – mais fino, mais firme e mais alto – chegando a altura superior das grades. Usar até o 6º mês de vida, para evitar que o bebê passe braços e pernas através das grades laterais. Atenção deve ser dada ao distanciamento máximo de 6cm entre as grades laterais do berço. 

- Ao que é preciso se alertar na hora de comprar o kit berço? Quais itens pode e quais não pode ter? O berço do bebê deve ser o mais vazio possível. Devemos evitar móbiles muito próximos do bebê, brinquedos e babá eletrônica sobre a caminha e as cobertas devem ser bem presas nas laterais do colchão. O mais indicado é o uso de um pijama largo e quentinho o suficiente para evitar excesso de cobertas. O bebê não necessita de travesseiro, pois seu pescoço é curto.

TRANSPORTE SEGURO DE CRIANÇAS EM AUTOMÓVEIS

Recomendações de nossa pediatra Dra. Liane Netto: 

 Todas as crianças devem viajar sempre no banco traseiro até os 13 anos de idade, para sua maior segurança, ainda que a legislação brasileira o permita a partir dos 10 anos. Maiores de 13 anos e com mais de 1,45m poderão sentar no banco da frente, como passageiros, no momento que conseguirem encostar os dois pés totalmente no chão do veículo, utilizando o cinto de três pontos de maneira correta. 

 O bebê recém-nascido deve ser transportado em assento de segurança apropriado, no banco traseiro do veículo, virado de costas para a direção do deslocamento do veículo, como consta da nossa legislação. A cadeirinha deverá estar presa ao banco pelo cinto de segurança do veículo. Para testar sua efetiva fixação, dobre uma perna e apoie o joelho em seu assento e puxe com força. 

 Revise periodicamente para observar afrouxamento ou desconexão do equipamento. Os modelos de assentos devem ser certificados pelo Inmetro. Para mais informações, acesse o site do Inmetro: http://www.inmetro.gov.br/prodcert/produtos/busca.asp 

 A partir do momento que a cadeirinha ficar pequena para a criança, ou sua cabeça ultrapassar o limite superior da cadeira, um novo modelo deve ser adquirido. A criança nunca deve utilizar a faixa transversal atrás dos braços ou colocá-la nas costas, já que o uso exclusivo da faixa abdominal não garante a proteção do tronco. 

VEJA OS MODELOS 

Os modelos de assentos infantis são indicados conforme a fase do crescimento (peso e/ou altura) da criança:



 1º modelo: Assento infantil tipo bebê-conforto Deve ser usado desde o nascimento até que a criança tenha 2 anos de idade ou que tenha ultrapassado o limite máximo de peso ou altura permitido pelo fabricante do assento. Deve ser instalado de costas para o painel do veículo, preferentemente no meio do banco de trás, preso pelo cinto de segurança de três pontos. As faixas do cinto de segurança desse modelo de assento (de cinco pontos) devem passar pelos ombros e entre as pernas da criança e ficar presas na estrutura do assento. Estes modelos podem ter um acessório que firma o pescoço do bebê.

 2º modelo: Assento tipo cadeirinha voltada para frente Toda criança com mais de 2 anos de idade ou que tenha ultrapassado o limite máximo de peso ou altura permitido para o seu assento tipo bebê-conforto deve usar a cadeirinha dotada de cinto de segurança próprio, até atingir o limite máximo de peso ou altura permitido pelo fabricante. Vários modelos de cadeirinha de segurança acomodam crianças pesando até 30 a 36 kg, isto é, ao longo de toda a idade escolar. O menor limite máximo de peso nas cadeirinhas de segurança disponíveis é 18 kg, que as crianças podem atingir entre três e sete anos de idade.

 3º modelo: Assento de elevação ou “booster” Toda criança cujo peso ou estatura tenha ultrapassado o limite máximo permitido para a cadeirinha de segurança deve usar um assento de elevação, até atingir a estatura de 1,45m (o que pode ocorrer entre nove e treze anos de idade) e que o cinto de segurança do veículo adapte-se com perfeição, a porção subabdominal passando pela pelve, a porção do ombro passando pelo meio do ombro e do tórax e os pés encostando no assoalho. O assento elevador deve ser colocado no banco de trás, posicionado nas laterais, local este que promove segurança à parte superior do tronco e à cabeça. No assento elevador, a criança ficará sempre contida pelo cinto de três pontos do carro, a faixa transversal passando pelo meio do ombro e a subabdominal pelas saliências ósseas do quadril. Se o carro somente tiver cintos subabdominais no banco traseiro, não deve ser usado um assento de elevação.

CONVERSANDO COM SEU GINECOLOGISTA - ENDOMETRIOSE

A endometriose caracteriza-se por uma doença crônica, inflamatória e hormônio dependente que afeta as mulheres no período reprodutivo. 

As queixas da mulher com endometriose são variáveis e podem estar relacionados à localização da doença. As mais frequentes são dismenorreia (dor durante o fluxo menstrual, cólica), dispareunia de profundidade (dor na relação no interior da pelve), dor pélvica crônica (dor que perdura por mais de seis meses) e alterações intestinais e urinárias durante o período menstrual, como dor e sangramento. 

Muitas mulheres consultam vários ginecologistas por anos até se estabelecer o diagnóstico definitivo da doença. 

O diagnóstico de endometriose deve ser considerado em todas as mulheres em idade reprodutiva com as queixas descritas acima, associados a uma dificuldade para engravidar, além de um detalhado exame com seu ginecologista na busca de alterações pélvicas. 

A associação de sintomas com alterações do exame físico são bastante indicativas de doença. Sintomas em órgãos distantes da pelve feminina que ocorrem no período menstrual são suspeitos de endometriose não ginecológica como o sangramento nasal, entre outras. O diagnóstico definitivo de endometriose é CIRÚRGICO, recomendado a Vídeo-Laparoscopia. As mulheres com endometriose tem uma baixa qualidade de vida quanto aos fatores disposição física/mental e dor corporal, tendo piores resultados quanto maior o tempo para o seu diagnóstico.

Dr. Leandro Netto – CREMERS 15444 – Ginecologista e Cirurgião de vídeolaparoscopia

8 de abr de 2016

GRIPE A: medidas de prevenção para escolas


GRIPE H1N1, GRIPE A OU GRIPE SUÍNA

GRIPE H1N1

Também conhecida como gripe Influenza tipo A ou gripe suína, a H1N1 consiste em uma mutação do vírus da gripe. É altamente contagiosa, podendo levar os pacientes até mesmo à morte.
A TRANSMISSÃO ocorre da mesma forma que a gripe comum, ou seja, por meio de secreções respiratórias, como gotículas de saliva, tosse ou espirro, principalmente. Após ser infectada pelo vírus, uma pessoa pode demorar de um a quatro dias para começar a apresentar os sintomas da doença.
Os SINAIS E SINTOMAS da gripe H1N1 são muito parecidos com os da gripe comum: febre alta, tosse, dor de cabeça, dores musculares, falta de ar, espirros, dor na garganta, fraqueza, coriza, congestão nasal, náuseas e vômitos, diarreia. A principal complicação decorrente de gripe H1N1 consiste em crises de insuficiência respiratória, que podem levar o paciente a óbito se não forem tratadas imediatamente e em caráter de urgência.

A PREVENÇÃO de gripe H1N1 segue as mesmas diretrizes da prevenção de qualquer tipo de gripe, só que o cuidado deve ser redobrado:
·  Evite frequentar locais fechados ou com muitas pessoas.
·  Evite manter contato muito próximo com uma pessoa que esteja infectada.
·  Lave sempre as mãos com água e sabão e evite levar as mãos ao rosto e, principalmente, à boca.
·  Leve sempre um frasco com álcool-gel para garantir que as mãos sempre estejam esterilizadas.
·  Mantenha hábitos saudáveis. Alimente-se bem e coma bastante verduras e frutas. Beba bastante água.
·  Não compartilhe utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros.
·  Se achar necessário, utilize uma máscara para proteger-se de gotículas infectadas que possam estar no ar.
·  Verifique com um médico se há necessidade de tomar a vacina que já está disponível contra a gripe H1N1.

Uma pessoa diagnosticada com gripe H1N1 deve permanecer em casa, afastado do trabalho ou da escola, e evitar locais com acúmulo de pessoas. Repouso e manter boa hidratação são duas dicas importantes para garantir a recuperação.

A vacinação normalmente é oferecida na rede pública para pessoas dentro dos grupos de risco, ou seja:
·  Crianças entre 6 meses e 5 anos
·  Idosos acima de 60 anos
·  Gestantes
·  Portadores de doenças crônicas, como bronquite e asma.

·  Quem não se encaixa nesses grupos, mas quer se prevenir, deve buscar a vacina em clínicas particulares

14 de mar de 2016

Reunião de Planejamento da Soc. de Pediatria do RS

A Dra Liane Netto, participou, no dia 12, da reunião de planejamento estratégico da diretoria da SOCIEDADE DE PEDIATRIA DO RS, que ocorreu no Hotel Vila Ventura, em Viamão.

4 de fev de 2016

DOR NA COLUNA

80%  da população  já sentiu ou sente dor nas costas. Pessoas sentem dor ao passar um longo período sentadas,  no trabalho, no cinema e/ou em casa. Estas pessoas relatam dor ao passar um longo período em frente ao computador ou celulares.


Nossa doutora, Rosani Frantz Predabon, está em constante aperfeiçoamento e trata os pacientes com Osteopatia e o Método  Mckenzie. Ambos com resultados em poucas sessões. E o mais importante, o paciente vai aprender a se auto tratar da coluna através dos exercícios orientados.

Agende sua consulta para tratamento ou prevenção de dor na coluna.

Dra.Rosani Frantz Predabon, especialista em Fisioterapia Osteopática, Método Mckenzie e Formação em Podoposturologia

Fone: 84635559 /35895843

CEFALÉIA TENSIONAL E OSTEOPATIA

Normalmente as pessoas que sofrem com as cefaléias tensionais, as chamadas “dores de cabeça” são responsáveis por 25% das consultas médicas. Antes, porém, automedicam-se e o que acontece é que as dores passam momentaneamente, porém voltam depois de algum tempo. Isto ocorre porque elas acabam “inibindo a atuação do sistema nervoso central”. 

O grande problema é que as pessoas tratam apenas de um dos sintomas e quase nunca tratam a causa. 

ENCONTRAR A CAUSA É O QUE BUSCA A FISIOTERAPIA OSTEOPÁTICA. 

A maioria (cerca de 90%) das “dores de cabeça” são de origem tensionais e já existem tratamentos extremamente eficientes como a técnica de miofasciaterapia e as pompagens. Com o uso destas técnicas, entre outras, podemos diminuir as tensões músculo-articulares e alterar a biomecânica da região crânio cervical e com isso, resolver definitivamente estes problemas que ocorrem com cerca de 1/3 da população brasileira. 

Todos nós já ouvimos, algumas vezes, que “depois que o meu marido começou a treinar na academia estas dores de cabeça diminuíram”, e também já ouvimos que “as dores começaram logo após a mudança de  meu emprego” e “do início das aulas da academia”. Isto deve-se a problemas posturais e tensionais das novas atividades que podem ativar (aumentar) a tensão em alguns grupos musculares e gerar crises de cefaléia.

A OSTEOPATIA é uma técnica que visa melhorar as funções do nosso organismo, apresenta excelentes resultados no tratamento desta patologia. Não continue sofrendo procure seu Osteopata.

Dra. Rosani Frantz Predabon, Especialista em Fisioterapia Osteopática
Fone: 35895843 / 84635551