4 de fev de 2016

DOR NA COLUNA

80%  da população  já sentiu ou sente dor nas costas. Pessoas sentem dor ao passar um longo período sentadas,  no trabalho, no cinema e/ou em casa. Estas pessoas relatam dor ao passar um longo período em frente ao computador ou celulares.


Nossa doutora, Rosani Frantz Predabon, está em constante aperfeiçoamento e trata os pacientes com Osteopatia e o Método  Mckenzie. Ambos com resultados em poucas sessões. E o mais importante, o paciente vai aprender a se auto tratar da coluna através dos exercícios orientados.

Agende sua consulta para tratamento ou prevenção de dor na coluna.

Dra.Rosani Frantz Predabon, especialista em Fisioterapia Osteopática, Método Mckenzie e Formação em Podoposturologia

Fone: 84635559 /35895843

CEFALÉIA TENSIONAL E OSTEOPATIA

Normalmente as pessoas que sofrem com as cefaléias tensionais, as chamadas “dores de cabeça” são responsáveis por 25% das consultas médicas. Antes, porém, automedicam-se e o que acontece é que as dores passam momentaneamente, porém voltam depois de algum tempo. Isto ocorre porque elas acabam “inibindo a atuação do sistema nervoso central”. 

O grande problema é que as pessoas tratam apenas de um dos sintomas e quase nunca tratam a causa. 

ENCONTRAR A CAUSA É O QUE BUSCA A FISIOTERAPIA OSTEOPÁTICA. 

A maioria (cerca de 90%) das “dores de cabeça” são de origem tensionais e já existem tratamentos extremamente eficientes como a técnica de miofasciaterapia e as pompagens. Com o uso destas técnicas, entre outras, podemos diminuir as tensões músculo-articulares e alterar a biomecânica da região crânio cervical e com isso, resolver definitivamente estes problemas que ocorrem com cerca de 1/3 da população brasileira. 

Todos nós já ouvimos, algumas vezes, que “depois que o meu marido começou a treinar na academia estas dores de cabeça diminuíram”, e também já ouvimos que “as dores começaram logo após a mudança de  meu emprego” e “do início das aulas da academia”. Isto deve-se a problemas posturais e tensionais das novas atividades que podem ativar (aumentar) a tensão em alguns grupos musculares e gerar crises de cefaléia.

A OSTEOPATIA é uma técnica que visa melhorar as funções do nosso organismo, apresenta excelentes resultados no tratamento desta patologia. Não continue sofrendo procure seu Osteopata.

Dra. Rosani Frantz Predabon, Especialista em Fisioterapia Osteopática
Fone: 35895843 / 84635551


DORES NOS PÉS E PALMILHAS

A dor nos pés interfere muito em nosso dia a dia e isso faz com que ocorram mudanças na harmonia da caminhada. As palmilhas têm como finalidade promover a reprogramação postural, auxilia na distribuição do peso e contato com o solo, promove ajustes biomecânicos buscando o equilíbrio das estruturas.

As palmilhas são personalizadas e com elementos confeccionados de acordo com a avaliação e as queixas dos pacientes.


As palmilhas são indicadas para perna curta, pé cavo, pé plano, esporão de calcâneo, neuroma de Morton, calcâneo valgo e varo, metatarsalgias, hálux valgo (joanete), dores nos joelhos, tendinites, lombalgia, ciatalgia, cefaléias.

Agende sua consulta e faça uma completa avaliação dos seus pés e saiba no que eles estão influenciando no seu corpo.

Dra. Rosani Frantz Predabon - Especialista em Fisioterapia Osteopática e Formação em Podoposturologia
Fone: 84635559 /35895843


ENDOMETRIOSE

A endometriose caracteriza-se por uma doença crônica, inflamatória e hormônio dependente que afeta as mulheres no período reprodutivo.

As queixas da mulher com endometriose são variáveis e podem estar relacionados à localização da doença. As mais frequentes são dismenorreia (dor durante o fluxo menstrual, cólica), dispareunia de profundidade (dor na relação no interior da pelve), dor pélvica crônica (dor que perdura por mais de seis meses) e alterações intestinais e urinárias durante o período menstrual, como dor e sangramento.
 

Muitas mulheres consultam vários ginecologistas por anos até se estabelecer o diagnóstico definitivo da doença. O diagnóstico de endometriose deve ser considerado em todas as mulheres em idade reprodutiva com as queixas descritas acima, associados a uma dificuldade para engravidar, além de um detalhado exame com seu ginecologista na busca de alterações pélvicas.

A associação de sintomas com alterações do exame físico são bastante indicativas de doença. Sintomas em órgãos distantes da pelve feminina que ocorrem no período menstrual são suspeitos de endometriose não ginecológica como o sangramento nasal, entre outras. O diagnóstico definitivo de endometriose é CIRÚRGICO, recomendado a Vídeo-Laparoscopia.

As mulheres com endometriose tem uma baixa qualidade de vida quanto aos fatores disposição física/mental e dor corporal, tendo piores resultados quanto maior o tempo para o seu diagnóstico.

Dr. Leandro Netto
Ginecologista e Cirurgião de Vídeolaparoscopia


26 de jan de 2016

MUDANÇAS NO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO

O Calendário Nacional de Vacinação tem mudanças periódicas em função de diferentes contextos. Sempre que há uma mudança na situação epidemiológica, mudanças nas indicações das vacinas ou incorporação de novas vacinas, o calendário é modificado, explicou o secretário de Vigilância em Saúde, Antônio Nardi.

Estão sendo alteradas doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia, além do esquema vacinal da poliomielite e o número e doses da vacina de HPV, que não será mais necessária a terceira dose. As mudanças, realizadas pelo Ministério da Saúde, começaram a valer a partir de 4/01/2016.
Um das principias mudanças é na vacina papiloma vírus humano (HPV). O esquema vacinal passa para duas doses, sendo que a menina deve receber a segunda seis meses após a primeira, deixando de ser necessária a administração da terceira dose.
Estudos recentes mostram que o esquema com duas doses apresenta uma resposta de anticorpos em meninas saudáveis de 9 a 14 anos não inferior quando comparada com a resposta imune de mulheres de 15 a 25 anos que receberam três doses. As mulheres entre 9 e 26 anos que vivem com HIV devem continuar recebendo o esquema de três doses.Para os bebês, a principal diferença será a redução de uma dose na vacina pneumocócica 10 valente para pneumonia, que, a partir de agora, será aplicada em duas doses, aos 2 e 4 meses, seguida de reforço preferencialmente aos 12 meses, mas poderá ser tomado até os 4 anos. Essa recomendação também foi tomada em virtude dos estudos mostrarem que o esquema de duas doses mais um reforço tem a mesma efetividade do esquema três doses mais um reforço.
Pólio
Já a terceira dose da vacina contra poliomielite, administrada aos seis meses, deixa de ser oral e passa a ser injetável. A mudança é uma nova etapa para o uso exclusivo da vacina inativada (injetável) na prevenção contra a paralisia infantil, tendo em vista a proximidade da erradicação mundial da doença. No Brasil, o último caso foi em 1989.
A partir de agora, a criança recebe as três primeiras doses do esquema – aos dois,  quatro e seis meses de vida – com a vacina inativada poliomielite (VIP), de forma injetável. Já a vacina oral poliomielite (VOP) continua sendo administrada como reforço aos 15 meses, quatro anos e anualmente durante a campanha nacional, para crianças de um a quatro anos.
Também haverá mudança da vacina meningocócica C (conjugada), que protege as crianças contra meningite causada pelo meningococo C. O reforço, que anteriormente era aplicado aos 15 meses, passa a ser aplicado aos 12 meses, preferencialmente, podendo ser feito até os 4 anos. As primeiras doses da meningocócica continuam sendo realizadas aos 3 e 5 meses.

Pediatra explica mudanças no calendário de vacinação

As mudanças no calendário de vacinação das crianças são comuns e contemplam diversas mudanças na situação epidemiológica do país. A explicação é dada pelo médico do Comitê de Infectologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Juarez Cunha.
- Assim como outras instituições de saúde do mundo, periodicamente, o Ministério da Saúde revisa seus calendários vacinais. Essas alterações contemplam mudanças na situação epidemiológica das doenças imunopreviníveis no país ou mesmo novidades científicas relacionadas às vacinas, como por exemplo a diminuição no número de doses necessárias para adequada proteção, o desenvolvimento de vacinas que deem menos reação ou mesmo a possibilidade de combinar várias vacinas em uma só picada - revela Juarez Cunha.

vacinaAs principais alterações no calendário do Ministério da Saúde são:
- Vacina Hepatite B - passa a ser recomendada para todas as faixas etárias. Principal motivo é o aumento da atividade sexual em idosos.

- Vacina Poliomielite 
- a terceira dose aos seis meses passa a ser inativada (injetável), mais segura e de acordo com a estratégia da Organização Mundial da Saúde (OMS) para erradicar a doença. Ou seja, em alguns anos a vacina oral não será mais utilizada.

- Vacina Hepatite A 
- alterada idade de aplicação para um ano e três meses, diminuindo número de picadas com 1 ano de idade.

- Vacina Meningococo C
 - alterada idade de aplicação da dose de reforço para um ano. Podendo ser administrada até os quatro anos de idade.

- Vacina Pneumocócica 10 
- alterado o esquema, saiu a terceira dose aos seis meses. Ficam duas doses, aos dois e quatro meses, e um reforço com um ano de idade. Esse esquema se mostrou igualmente eficaz. O reforço pode ser administrado até os quatro anos de idade.

- Vacina HPV - alterado esquema, saiu a terceira dose cinco anos após. Ficam duas doses aos zero e seis meses. Esse esquema se mostrou igualmente eficaz em menores de 15 anos. O Ministério da Saúde disponibilizará a vacina para meninas dos 9 aos 13 anos.

Enfatizamos que o calendário de vacinação da criança da SBP - 2015, definido pelo Departamento Científico de Infectologia, até o momento, continua sendo o preconizado pela própria SBP e pela SPRS.

Embora sejam muito parecidos, nem sempre os calendários vacinais do MS e das sociedades científicas, como SBP e SBIm, têm as mesmas recomendações.

Um aspecto importante que deve ser salientado é que as recomendações do calendário do MS seguem a lógica da Saúde Pública, já as do calendário da SBP, contemplam a Saúde individual.

Fonte: http://www.sprs.com.br/sprs2013/noticias/detalhe.php?id=23&detalhe=508
 

Nossa pediatra, Dr. Liane Netto, passa a fazer parte da diretoria da SPRS

A Dra Liane Netto passa a fazer parte da diretoria da SOCIEDADE DE PEDIATRIA do RS (SPRS) - Coordenação dos escritórios regionais, para o biênio 2016/2017.


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PERFUME NO AR

Nossas clientes adoram o perfume no ar em nossa clínica.... aí vai nosso segredinho...Faz anos que aromatizamos com a essência de Vanilla (baunilha) da PERFUMUMBUE. 
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1 de dez de 2015

SER PORTADOR DE HIV NÃO SIGNIFICA TER AIDS.

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

A AIDS é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico. A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, como também é chamada, é causada pelo HIV. Como esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer.

FORMAS DE CONTÁGIO

Como o HIV, vírus causador da aids, está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno, a doença pode ser transmitida de várias formas:

§  Sexo sem camisinha - pode ser vaginal, anal ou oral.
§  De mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação - também chamado de transmissão vertical.
§  Uso da mesma seringa ou agulha contaminada por mais de uma pessoa.
§  Transfusão de sangue.
§  Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados (tipo alicat
e de unhas).

Evitar a doença não é difícil. Basta usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar seringa, agulha e outro objeto cortante com outras pessoas. O preservativo está disponível na rede pública de saúde. Caso não saiba onde retirar a camisinha, ligue para o Disque Saúde (136).

POR QUE FAZER O TESTE DE AIDS

Saber do contágio pelo HIV precocemente aumenta a expectativa de vida do soropositivo. Quem busca tratamento especializado no tempo certo e segue as recomendações do médico ganha em qualidade de vida. Além disso, as mães soropositivas têm 99% de chance de terem filhos sem o HIV se seguirem o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto. A testagem para HIV para GESTANTES é recomendada no 1º trimestre. Mas, quando a gestante não teve acesso ao pré-natal adequado, o diagnóstico pode ocorrer no 3º trimestre ou até na hora do parto. As gestantes que souberem da infecção durante o pré-natal têm indicação de tratamento com os medicamentos para prevenir a transmissão para o feto.

Faça o exame, de forma gratuita, em qualquer posto de saúde de sua cidade. O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito a partir da coleta de sangue.

A infecção pelo HIV pode ser detectada com, pelo menos, 30 dias a contar da situação de risco. Isso porque o exame (o laboratorial ou o teste rápido) busca por anticorpos contra o HIV no sangue. Esse período é chamado de janela imunológica.

Janela imunológica é o intervalo de tempo entre a infecção pelo vírus da aids e a produção de anticorpos anti-HIV no sangue. Esses anticorpos são produzidos pelo sistema de defesa do organismo em resposta ao HIV e os exames irão detectar a presença dos anticorpos, o que confirmará a infecção pelo vírus.

O período de identificação do contágio pelo vírus depende do tipo de exame (quanto à sensibilidade e especificidade) e da reação do organismo do indivíduo. Na maioria dos casos, a sorologia positiva é constatada de 30 a 60 dias após a exposição ao HIV. Se um teste de HIV é feito durante o período da janela imunológica, há a possibilidade de apresentar um falso resultado negativo. Portanto, é recomendado esperar mais 30 dias e fazer o teste novamente.

SINTOMAS E FASES DA AIDS

Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da aids, o sistema imunológico começa a ser atacado. E é na primeira fase, chamada de infecção aguda, que ocorre a incubação do HIV - tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença. Esse período varia de 3 a 6 semanas. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebido.

A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. Mas que não enfraquece o organismo o suficiente para permitir novas doenças, pois os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada. Esse período, que pode durar muitos anos, é chamado de assintomático.

Com o frequente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfócitos T CD4 - glóbulos brancos do sistema imunológico - que chegam a ficar abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue. Em adultos saudáveis, esse valor varia entre 800 a 1.200 unidades. Os sintomas mais comuns são: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.

A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a aids. Quem chega a essa fase, por não saber ou não seguir o tratamento indicado pelos médicos, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer.



RECESSO EM NOSSA CLÍNICA

ESTAREMOS EM RECESSO 
DE 

18/12/2015 a 03/01/2016 

E DE

05/02 a 21/02/2016

FELIZ NATAL, FELIZ 2016


13 de out de 2015

PET TERAPIA - O uso de animais domésticos como recurso terapêutico

A terapia assistida por animais (TAA) é uma prática com critérios específicos onde o animal é a parte principal do tratamento, objetivando promover a melhora social, emocional, física e/ou cognitiva de pacientes humanos.
A Terapia Assistida por Animais (TAA), difere de outras atividades terapêuticas/ lúdicas / recreativas / educacionais pois propõe uma interação com outro ser vivo. O animal oferece a sua vivacidade, seu afeto, sua curiosidade, seu desejo de fazer atividades e a terapia juntos.

OBJETIVOS:
a. COGNITIVOS: melhoria das habilidades mentais, memória, pensamento indutivo;
b. COMPORTAMENTAIS: controle da hiperatividade, relaxamento corporal, aquisições de regras e limites;
c. PSICOSSOCIAL: melhoria da capacidade relacionamentos, interação social;
d. PSICOLÓGICOS: tratamento de fobia de animais, melhoria da autoconfiança e autoestima;

e. FISICOS: Melhora da capacidade motora, diminuição da pressão sanguínea e freqüência cardíaca;

PARA QUEM SERVE A PET THERAPY?
Crianças e adolescentes com dificuldade de aprendizagem e/ou deficiência intelectual
Indivíduos com Transtorno de Ansiedade Generalizada, fobias, ataques de pânico e Transtorno de Estresse Pós-Traumático
Crianças com dificuldade de concentração, inquietação e irritabilidade
Crianças e adolescentes vivenciando problemas familiares como divórcios, luto, doença de pessoas próximas ou problemas sociais e de adaptação.
Portadores de Síndrome Clássica de Autismo, Asperger e Síndrome de Down
Adultos fragilizados psicologicamente

 ESSA TERAPIA É O BICHO!

Ana Luisa Accorsi - Psicóloga Clínica (CRP 07/23374)

Especialista em Intervenções Assistidas por Animais – Universidade de Turin - Itália