25 de set de 2016

Vacinação – procure um dos postos de saúde até o dia 30 de setembro



QUEM AMA CUIDA

A Campanha Nacional de Multivacinação, que ocorre em todo o Brasil, começou no dia 19 e vai até o dia 30 de setembro. O objetivo principal da campanha é estimular que os pais levem os filhos para colocar em dia a carteira de vacinação. A apresentação da carteira será fundamental para o atendimento.

As vacinas que fazem parte do Calendário de Vacinação da Criança e do Adolescente estarão disponíveis, entre elas a tríplice viral (proteção contra sarampo, caxumba e rubéola), dupla adulto (proteção contra difteria e tétano), HPV (proteção contra câncer de colo de útero e verrugas genitais) e a nova pólio oral bivalente (prevenção contra poliomielite).

Pela primeira vez, serão oferecidas todas as vacinas disponíveis pelo SUS para crianças de até 5 anos e para crianças e adolescentes entre 9 e 15 anos incompletos, incluindo a imunização contra HPV para meninas. Conforme levantamento da Secretaria Estadual da Saúde, mais de 1,6 milhão de crianças e jovens fazem parte dessas faixas etárias.

Contra pólio, devem ser vacinadas crianças entre 6 meses e 5 anos de idade que ainda não tenham completado o esquema vacinal – que consiste em três doses da vacina injetável e mais duas doses de reforço em versão ora, a gotinha. Crianças que fizeram cinco anos em 2016 são consideradas imunizadas contra a poliomielite

8 de set de 2016

TRANSPORTE SEGURO DE CRIANÇAS EM AUTOMÓVEIS




Recomendações de nossa pediatra Dra. Liane Netto:

Todas as crianças devem viajar sempre no banco traseiro até os 13 anos de idade, para sua maior segurança, ainda que a legislação brasileira o permita a partir dos 10 anos. Maiores de 13 anos e com mais de 1,45m poderão sentar no banco da frente, como passageiros, no momento que conseguirem encostar os dois pés totalmente no chão do veículo, utilizando o cinto de três pontos de maneira correta.
O bebê recém-nascido deve ser transportado em assento de segurança apropriado, no banco traseiro do veículo, virado de costas para a direção do deslocamento do veículo, como consta da nossa legislação.
A cadeirinha deverá estar presa ao banco pelo cinto de segurança do veículo. Para testar sua efetiva fixação, dobre uma perna e apoie o joelho em seu assento e puxe com força. Revise periodicamente para observar afrouxamento ou desconexão do equipamento.
Os modelos de assentos devem ser certificados pelo Inmetro. Para mais informações, acesse o site do Inmetro: http://www.inmetro.gov.br/prodcert/produtos/busca.asp
A partir do momento que a cadeirinha ficar pequena para a criança, ou sua cabeça ultrapassar o limite superior da cadeira, um novo modelo deve ser adquirido.
A criança nunca deve utilizar a faixa transversal atrás dos braços ou colocá-la nas costas, já que o uso exclusivo da faixa abdominal não garante a proteção do tronco.
 
VEJA OS MODELOS
Os modelos de assentos infantis são indicados conforme a fase do crescimento (peso e/ou altura) da criança:
1º modelo: Assento infantil tipo bebê-conforto
Deve ser usado desde o nascimento até que a criança tenha 2 anos de idade ou que tenha ultrapassado o limite máximo de peso ou altura permitido pelo fabricante do assento. Deve ser instalado de costas para o painel do veículo, preferentemente no meio do banco de trás, preso pelo cinto de segurança de três pontos.
As faixas do cinto de segurança desse modelo de assento (de cinco pontos) devem passar pelos ombros e entre as pernas da criança e ficar presas na estrutura do assento. Estes modelos podem ter um acessório que firma o pescoço do bebê.
2º modelo: Assento tipo cadeirinha voltada para frente
Toda criança com mais de 2 anos de idade ou que tenha ultrapassado o limite máximo de peso ou altura permitido para o seu assento tipo bebê-conforto deve usar a cadeirinha dotada de cinto de segurança próprio, até atingir o limite máximo de peso ou altura permitido pelo fabricante. Vários modelos de cadeirinha de segurança acomodam crianças pesando até 30 a 36 kg, isto é, ao longo de toda a idade escolar. O menor limite máximo de peso nas cadeirinhas de segurança disponíveis é 18 kg, que as crianças podem atingir entre três e sete anos de idade.
3º modelo: Assento de elevação ou “booster”
Toda criança cujo peso ou estatura tenha ultrapassado o limite máximo permitido para a cadeirinha de segurança deve usar um assento de elevação, até atingir a estatura de 1,45m (o que pode ocorrer entre nove e treze anos de idade) e que o cinto de segurança do veículo adapte-se com perfeição, a porção subabdominal passando pela pelve, a porção do ombro passando pelo meio do ombro e do tórax e os pés encostando no assoalho. O assento elevador deve ser colocado no banco de trás, posicionado nas laterais, local este que promove segurança à parte superior do tronco e à cabeça. No assento elevador, a criança ficará sempre contida pelo cinto de três pontos do carro, a faixa transversal passando pelo meio do ombro e a subabdominal pelas saliências ósseas do quadril. Se o carro somente tiver cintos subabdominais no banco traseiro, não deve ser usado um assento de elevação.
http://www.healthychildren.org

TESTES EM RECÉM NASCIDOS PODEM IDENTIFICAR UMA SÉRIE DE DOENÇAS.

Os principais testes que devem ser realizados nas primeiras 48 horas:
Tipagem sanguínea — realizado para identificar o tipo sanguíneo do recém-nascido, o sangue é colhido do cordão umbilical no ato do nascimento.
Teste do pezinho — conhecido também como triagem neonatal, esse teste rastreia alterações no metabolismo e pode detectar pa tologias como fenilcetonúria, fibrose cística e hipotireoidismo congênito.
Teste do olhinho — é um exame muito importante, pois com ele é possível descartar a hipótese de catarata e tumores na retina do bebê.
Teste da orelhinha — feito normalmente pela equipe de fonoaudiologia, esse teste é obrigatório e constata precocemente a ausência de audição juntamente com exames complementares.
A detecção precoce é fundamental para que seja realizado um tratamento eficaz, aumentando as chances de reabilitação de fala e audição.

A PRIMAVERA ESTÁ CHEGANDO E SUA SAÚDE REQUER CUIDADOS



A primavera está chegando e é a estação do ano adorada pela maioria das pessoas, mas uma das piores para quem sofre de alergia respiratória.
Esta é a época da reprodução das flores. Pássaros, insetos e vento carregam o pólen e pequenas partículas ficam espalhadas no ar. O pólen ao entrar em contato com as mucosas ativa o processo alérgico. O nariz coça, os espirros começam, a garanta e os olhos ficam irritados.
Mas, não é só o pólen o inimigo. Ácaros e mofo também dificultam a respiração e se não forem cuidadas, principalmente se começaram na infância, podem ter consequências graves.
A higiene da casa e do ambiente de trabalho são fundamentais para amenizar os sintomas.
Em casos de crises respiratórias, procure seu médico. Há tratamentos desde medicação até vacinas.
Se você tem um alérgico em casa:
- Mantenha a casa arejada e limpa. O sol elimina os ácaros.
- Não é recomendado o uso de produtos químicos na limpeza, pois podem desencadear uma crise alérgica. Use água e sabão neutro, evitando detergentes e limpadores com cheiros fortes.
- Use sabão neutro para lavar roupas e lençóis.
- Prefira camas que não tenham cabeceira (estilo box), que devem ficar alguns centímetros afastadas da parede.
- Guarde brinquedos de pelúcia ou os envolva em plásticos transparentes.
- Tire os tapetes e carpetes da sua casa.
- Retire e lave o filtro do seu ar condicionado uma vez por semana.
- Evite cortinas ou dê preferência às do tipo persianas verticais impermeáveis, que são fáceis de limpar e evitam o acúmulo de poeira. Contratar uma empresa especializada para impermeabilizá-los pode ser a solução. Quando tratadas com impermeabilizantes, essas peças deixam de se tornar o ambiente ideal para o acúmulo de poeira, ácaros e o desenvolvimento de mofo.
- Antes de usar roupas que estavam guardadas é preciso lavar as peças e deixá-las ao sol, combatendo os principais causadores de alergias respiratórias.
- Cuidado com o banheiro. Mantenha-o arejado - os fungos servem de alimento para os ácaros. Se as paredes já estiverem com manchas escuras use fórmulas antifúngicas, como os produtos à base de ácido fênico.
- Não se utilize da vassoura, mesmo que o alérgico não esteja presente no momento de limpar a casa. As vassouras levantam partículas de poeira, ácaro e mofo, dispersando-as no ar. O ideal é passar pano umedecido com água no piso e nos móveis, o que evita a dispersão do pó, além de aspiradores.


Você conhece a síndrome de Duchenne?



A doença é caracterizada por uma degeneração progressiva nos músculos
O menino nasce aparentemente normal. Ele demora um pouquinho mais para começar a andar do que os outros bebês, mas por volta de um ano e meio já se movimenta normalmente. Entre os três e cinco anos a mãe percebe que ele tem uma marcha esquisita. O garotinho parece rebolar um pouco. Tem dificuldade de correr, subir escadas e pedalar. E cai constantemente. Além disso, é difícil sentar no chão como as outras crianças.
Aí começa a peregrinação de especialista em especialista para descobrir o que o filho tem. E há grandes chances de ser uma doença rara, pouco conhecida inclusive pelos médicos: a distrofia de Duchenne. “Trata-se de uma doença genética e degenerativa, que compromete o tecido muscular”, explica a médica Ana Lucia Langer, presidente da Aliança Distrofia Brasil (ADB). O problema acomete um a cada 3 500 meninos nascidos. Sim, pode parecer estranho, mas 99% dos casos são diagnosticados no sexo masculino. É que, por causa de questões genéticas, as meninas têm uma proteção extra contra a doença. Já os meninos ficam mais vulneráveis.
Infelizmente, esse quadro é bastante grave e não tem cura. Isso porque o organismo não consegue produzir uma proteína essencial para os músculos, que vão, então, degenerando progressivamente. O rapaz fica cada vez mais fraco com o passar dos anos. Na adolescência, já perde a capacidade de andar. Depois é a vez de os membros superiores serem prejudicados, assim como um músculo essencial para a respiração, chamado diafragma. E é aí que mora o perigo. A insuficiência respiratória é a principal causa de morte nesses pacientes.
Escrito por Thiago Castro
http://mdemulher.abril.com.br/saude/saude-e-vital